Este é um espaço no qual eu me familiarizo, no qual eu pulso junto, me reconheço, me acho, me encontro, amo a vida... o tema da 26ª é "território livre", quem vem dar livre escolha à arte para que ela mostre tudo para todos... o que quiser, nos diversos patamares do consciente e inconsciente, do simbólico, sublime, do indizível, do mágico e lindo mundo que todos os seres têm dentro de si e que precisam de um meio de serem expressados, mostrados, gritados, sentidos em sua plenitude, e mais que isso: explorados.


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A Bienal de São Paulo é uma área extraterritorial onde os artistas erigem as suas povoações utópicas. Concebe-se como último diferencial, no qual se acumulam a massa crítica e a energia positiva que permitem o surgimento do pressuposto da transformação da sociedade e a intuição de novas formas do convívio humano. Cada geração de artistas é chamada a fazer novamente o levantamento topográfico dessa terra de ninguém e traçar-lhe os contornos.Somente as artes dispõem de um estoque universal de signos e arquétipos, cujo intercâmbio mobiliza a memória coletiva da humanidade. Se o artista é, portanto, um contrabandista de imagens, a Bienal pode vir a ser um entreposto no reino da estética, onde a curiosidade, casada com o prazer da conquista, basta como documento de identidade, onde os sentidos despertos são aceitos como bilhete de entrada e onde se comercializam bens preciosos, mas sem cobrança de direitos alfandegários" - Alfons Hugh, curador da mostra.
1 Comments:
a primeira figura é o cartaz da 26ª bienal, feito pelo cartunista Ziraldo. (lindo)
a segunda é uma escultura de um artista que irá se expor na bienal (esqueci o neme dele :´( ) que deve um bom pedaço do pavilhão, quem sabe os 3 andares! veremos...
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